segunda-feira, 2 de maio de 2011

Quando danço logo existo!

Dançar. Elevar a alma ao ritmo da música. Pular. Alcançar o céu. A dança é meu caso de amor mais antigo. A ela me entrego sem nenhum remorso, sem medo de desilusão ou desencanto. Porque ela não há de me decepcionar. Danço sim, sempre que posso. Faz-me tão bem! Aí esqueço todos os meus problemas, sinto-me feliz, completo, perfeito! E nesse momento nada mais importa.

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